sexta-feira, 30 de abril de 2010

Passeio domingueiro na Arrábida


É dia da Liberdade, e como tal os 4 estarolas do costume decidem fazer mais um daqueles passeios matinais de domingo pela bela Serra da Arrábida.
Foi uma manhã dificel de muito sobe e desce. Mais parecia um daqueles carróceis da Feira Popular.
Fomos 2 vezes ao Castelo de Palmela para confirmar que realmente a vista vale a pena o esforço.
As fotos falam por si.

Boas pedaladas
SEVEN

quarta-feira, 21 de abril de 2010

2º Passeio Meia Pedalada - Charneca da Peralva


Aqui vai o relato do passeio de 40 kms efectuado na Charneca da Peralva a convite do amigo Gérinho.
Saí de Lisboa acompanhado pelo amigo GUR por volta das 6H45m em direcção a Tomar. A chuva fazia-se sentir. O dia prometia e o passeio também. Depois de 1H30 de viagem, lá chegamos à Chanerca da Peralva.
Após o levantamento dos dorsais e de beber um cafezinho da praxe, fomos preparar as bikes para o passeio.
Assim que foi dada a partida, lá fomos nós. O percurso prometia muita lama, até que na semana anterior tinha chovido bastante. E assim foi. Lama foi coisa que não faltou. Foi lama e enormes poças de água.
Após finalizar o passeio, lavamos as máquinas e arrumamos todo o material.
Era tempo de ir aos banhos... Assim que se terminou a dura tarefa de tomar banho de água fria, era tempo de almoçar. Que belo almoço.  É tempo de voltar a casa.

Aproveito para dar os parabéns à boa organização do passeio e mandar um abraço ao Gérinho pelo excelente trabalho e apoio.

Boas pedaladas
SEVEN

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Via Algarviana


3ª Via Algarviana
De dia 29 de Março a 2 de Abril de 2010
Partida do Cabo de São Vicente até Alcoutim
320 kms em 5 dias


1º Dia: Partida do Cabo de São Vicente no dia 29 de Março debaixo de forte chuva e vento. Durante 1 hora fomos fustigados por grandes chuvadas e bastante vento. Depois disso apanhamos cerca de 1 km de barro que se agarrava por tudo o quanto era lugar. Era impossível arrastar a bike. Houve correntes partidas, drop-out, etc. Não se encontravam os desviadores nem a corrente. Comecei a pensar que aquele dia ia ser longo.
Mas depois, lá encontramos uma lagoa e foi possível lavar um pouco as bikes. Aproveitamos para olear as correntes e as bikes já pareciam novas outra vez. Era só rolar até aos 60 kms. A partir dai até aos 82kms era sempre a subir até a Marmelete.

2º Dia: Partida de Marmelete e começamos logo a subir mesmo a frio até ao alto da Fóia. Foi uma boa horinha de subir naquela velocidade da treta como diz o amigo Caetano.E como diz o Fernandes, à que não arriscar a subir. E manter sempre aquela velocidade. A partir dai foi uma descida alucinante até Monchique, aproveitando um pouco da pista de Downhill. Era hora de abastecer o corpo com uma boa bifana. Depois disso, vamos lá subir até ao cimo da Picota. É duro subir, mas depois disso, vale a pena o esforço pela vista fenomenal. Até parece que se vê todo o Algarve. Depois da foto da praxe, vamos lá descer e aproveitar para chegar a Silves.

3º Dia: Partida de Silves logo de manhãzinha e vai logo de subir. Até parece que me estou a repetir. Mas é mesmo assim. Não se pode arriscar muito a subir.Lol. Depois de rolar durante algum tempo lá chegamos a Barragem do Funcho. Mais uma foto da praxe e uma barrita. É hora de partir. Depois de rolar sempre junto ao Rio Arade acabamos por chegar num piscar de olhos a São Bartolomeu de Messines. É hora de almoçar. Barriga cheia, coração feliz, já dizia o meu avô. É hora de começar, (ai que dor), mas tem que ser. E vamos lá a caminho de Alte. É aqui que encontramos o amigo Amândio. Para quem não sabe é um Senhor de 62 anos que mete respeito a muita gente nova. Anda que se farta. E por brincadeira nossa acabamos por chegar a Salir mais depressa do que esperávamos, até que os últimos 20 kms foram feitos ao despique com o amigo Amândio.

4º Dia: Partida de Salir depois de uma noite de muita chuva. O dia até está mais ou menos agradável. Este é o dia mais duro do percurso, embora não pareça. Passamos o dia no sobe e desce constante. Ora subimos durante 30 minutos a 1 hora para depois descer durante 5 a 10 minutos. Foi todo o dia nisto. Grandes descidas e grandes subidas. Já a tarde apareceu a algum tempo e acabamos por chegar a Vaqueiros. Finalmente chegamos.

5º Dia: Partida de Vaqueiros para a última etapa desta Via Algarviana. Ao contrário do ano anterior o lema não era: “Todos juntos”, mas sim que chegando a Cortes Pereiras toda a gente para e espera. Foi um dia calmo e feito de pequenas etapas. Ouve tempo para tudo. Para descansar na eira, para fotografias e até para secar os pezitos. E por fim lá chegamos a Cortes Pereiras e é tempo de fazer uma pequena grande paragem de 1 hora e tal. O grupo já se encontra todo junto, é hora de partir para acabarmos todos juntos então em Alcoutim. É isso mesmo que fazemos.
Depois de toda a gente se encontrar por fim. É com alegria que vemos o Grupo de pessoal que efectuou a travessia a pé, de Burro, a Cavalo e de BTT.
É tempo de reunir no Castelo.
Que bela imagem de fundo para finalizar este passeio.